Endereço IP

Um Endereço de Protocolo da Internet (Endereço IP), do inglês Internet Protocol address (IP address), é um rótulo numérico atribuído a cada dispositivo (computador, impressora, smartphone etc.) conectado a uma rede de computadores que utiliza o Protocolo de Internet para comunicação. Um endereço IP serve a duas funções principais: identificação de interface de hospedeiro ou de rede e endereçamento de localização. O Protocolo de Internet versão 4 (IPv4) define um endereço IP como um número de 32 bits. Entretanto, devido ao crescimento da Internet e o esgotamento de endereços IPv4 disponíveis, uma nova versão do IP (IPv6), usando 128 bits para o endereço IP, foi desenvolvida em 1995 e padronizada como RFC 2460 em 1998. A implantação do IPv6 está em andamento desde meados de 2000. Para um melhor uso dos endereços de equipamentos em rede pelas pessoas, utiliza-se a forma de endereços de domínio, tal como "www.wikipedia.org". Cada endereço de domínio é convertido em um endereço IP pelo DNS (Domain Name System). Este processo de conversão é conhecido como "resolução de nomes". 🔗Endereço IP

IPv4

O Protocolo de Internet versão 4 (IPv4) é a quarta versão do Protocolo de Internet (IP). Ele é um dos principais protocolos de padrões baseados em métodos de interconexão de redes na Internet, e foi a primeira versão implementada para a produção da ARPANET , em 1983. Ele ainda roteia a maior parte do tráfego da Internet de hoje, apesar da contínua implementação de um sucessor do protocolo, o IPv6. O IPv4 está descrito no IETF publicação RFC 791 (setembro de 1981), em substituição a anterior definição (RFC 760, de janeiro de 1980). O IPv4 é um protocolo sem conexão, para utilização de comutação de pacotes redes. Ele opera em um modelo de entrega por menor esforço, em que não garante a entrega, nem garante a sequência correta ou evita a duplicação de entrega. Estes aspectos, incluindo a integridade dos dados, são abordados por uma camada superior de protocolo de transporte, tais como o Protocolo de Controle de Transmissão (TCP).🔗IPv4

IPv6

IPv6 é a versão mais atual do Protocolo de Internet. Originalmente oficializada em 6 de junho de 2012, é fruto do esforço do IETF para criar a "nova geração do IP" (IPng: Internet Protocol next generation), cujas linhas mestras foram descritas por Scott Bradner e Allison Marken, em 1994, na RFC 1752. Sua principal especificação encontra-se na RFC 2460. O protocolo está sendo implantado gradativamente na Internet e deve funcionar lado a lado com o IPv4, numa situação tecnicamente chamada de "pilha dupla" ou "dual stack", por algum tempo. A longo prazo, o IPv6 tem como objetivo substituir o IPv4, que suporta somente cerca de 4 bilhões(escala curta)/mil milhões(escala longa) (4x109) de endereços IP, contra cerca de 340 undecilhões(escala curta)/sextilhões(escala longa) (3,4x1038) de endereços do novo protocolo. O assunto é tão relevante que alguns governos têm apoiado essa implantação. O governo dos Estados Unidos, por exemplo, em 2005, determinou que todas as suas agências federais deveriam provar ser capazes de operar com o protocolo IPv6 até junho de 2008. Em julho de 2008, foi liberada uma nova revisão das recomendações para adoção do IPv6 nas agências federais, estabelecendo a data de julho de 2010 para garantia do suporte ao IPv6. O governo brasileiro recomenda a adoção do protocolo no documento e-PING, dos Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico. 🔗IPv6

WHOIS

WHOIS (pronuncia-se "ruís" no Brasil) é um protocolo da pilha TCP/IP (porta 43) específico para consultar informações de contato e DNS sobre entidades na internet. Uma entidade na internet pode ser um nome de domínio, um endereço IP ou um AS (Sistema Autônomo). Para cada entidade, o protocolo WHOIS apresenta três tipos de contato: Contato Administrativo (Admin Contact), Contato Técnico (Technical Contact) e Contato de Cobrança (Billing Contact). Estes contatos são informações de responsabilidade do provedor de internet, que as nomeia de acordo com as políticas internas de sua rede. Para os registros de domínios, os usuarios tem a opção de optar por um Whois privado, que esconde os dados do dono do domínio. Esse opção é oferecida de graça por alguns provedores e por um valor anual, por outras.🔗WHOIS

Hostname

In computer networking, a hostname (archaically nodename) is a label that is assigned to a device connected to a computer network and that is used to identify the device in various forms of electronic communication, such as the World Wide Web. Hostnames may be simple names consisting of a single word or phrase, or they may be structured. Each hostname usually has at least one numeric network address associated with it for routing packets for performance and other reasons. Internet hostnames may have appended the name of a Domain Name System (DNS) domain, separated from the host-specific label by a period ("dot"). In the latter form, a hostname is also called a domain name. If the domain name is completely specified, including a top-level domain of the Internet, then the hostname is said to be a fully qualified domain name (FQDN). Hostnames that include DNS domains are often stored in the Domain Name System together with the IP addresses of the host they represent for the purpose of mapping the hostname to an address, or the reverse process. Internet hostnames...🔗Hostname

Ping

ping é um utilitário que usa o protocolo ICMP para testar a conectividade entre equipamentos. É um comando disponível praticamente em todos os sistemas operacionais. Seu funcionamento consiste no envio de pacotes para o equipamento de destino e na "escuta" das respostas. Se o equipamento de destino estiver ativo, uma resposta é devolvida ao computador solicitante. O autor da ferramenta, Mike Muuss, deu a ele este nome pois lembrava o som que o sonar emitia. (Depois Dave Mills criou um significado para a sigla, "Packet Internet Grouper (Groper)", algo como "Procurador de Pacotes da Internet") A utilidade do ping para ajudar a diagnosticar problemas de conectividade na Internet foi enfraquecida no final de 2003, quando muitos Provedores de Internet ativaram filtros para o ICMP Tipo 8 (echo request) nos seus roteadores. Esses filtros foram ativados para proteger os computadores de Worms como o Welchia, que inundaram a Internet com requisições de ping, com o objetivo de localizar novos equipamentos para infectar, causando problemas em roteadores ao redor do mundo todo. Outra ferramenta de rede que utiliza o ICMP de maneira semelhante ao ping é o Traceroute. A saída do ping, e seus primos, geralmente consiste no tamanho do pacote utilizado, o nome do equipamento "pingado", o número de seqüência do pacote ICMP, o tempo de vida e a latência, com todos os tempos dados em milissegundos. Abaixo um exemplo de saída quando pingamos o servidor wikipedia.com: $ ping -c 5 wikipedia.com PING wikipedia.com (130.94.122.195): 56 data bytes 64 bytes from 130.94.122.195: icmp_seq=0 ttl=235 time=284.3 ms 64 bytes from 130.94.122.195: icmp_seq=1 ttl=235 time=292.9 ms 64 bytes from 130.94.122.195: icmp_seq=2 ttl=235 time=289.7 ms 64 bytes from 130.94.122.195: icmp_seq=3 ttl=235 time=282.4 ms 64 bytes from 130.94.122.195: icmp_seq=4 ttl=235 time=272.0 ms --- wikipedia.com ping statistics --- 5 packets transmitted, 5 packets received, 0% packet loss round-trip min/avg/max = 272.0/284.2/292.9 ms Referências🔗Ping

Roteamento entre domínios sem classes

O roteamento entre domínios sem classes, CIDR (do inglês Classless Inter-Domain Routing), foi introduzido em 1993, como um refinamento para a forma como o tráfego era conduzido pelas redes IP. Permitindo flexibilidade acrescida quando dividindo margens de endereços IP em redes separadas, promoveu assim um uso mais eficiente para os endereços IP cada vez mais escassos. O CIDR está definido no RFC 1519.🔗Roteamento entre domínios sem classes

Rede privada

IPv4 e RFC 4193 para IPv6. Estes endereços são associados aos dispositivos que precisam se comunicar com outros dispositivos em uma rede privada (que não faz parte da Internet). As redes privadas são comuns nos escritórios (LAN), pois não há a necessidade de que todos os computadores de uma organização possuam um IP universalmente endereçável. Outra razão que torna importante os mo problema. Os Roteadores são configurados para descartar qualquer tráfego que use um IP privado. Este isolamento garante que uma rede privada tenha uma maior segurança pois não é possível, em geral, ao mundo externo criar uma conexão direta a uma máquina que use um IP privado. Como as conexões não podem ser feitas entre diferentes redes privadas por meio da internet, diferentes organizações podem usar a mesma faixa de IP sem que haja conflitos (ou seja, que uma comunicação chegue acidentalmente a um elemento que não deveria). Se um dispositivo em uma rede privada deve se comunicar com outras redes, é necessário que haja um "[gateway]" para garantir que a rede externa seja vista com um endereço que seja "real" (ou público) de maneira que o [roteador] permita a comunicação. Normalmente este gateway será um service NAT (‘’Network address translation’’) ou um Servidor [Proxy]. Isto, porém, pode causar problemas se a organização tentar conectar redes que usem os mesmos endereços privados. Os endereços atualmente reservados a redes privadas na internet são:🔗Rede privada

Sub-rede

Uma sub-rede é uma subdivisão lógica de uma rede IP. A subdivisão de uma rede grande em redes menores resulta num tráfego de rede reduzido, administração simplificada e melhor performance de rede.Dispositivos que pertencem a uma sub-rede são endereçados com um grupo de bit mais significativo comum e idêntico em seus endereços IP. Isto resulta na divisão lógica de um endereço IP em dois campos, um número de rede ou prefixo de roteamento e o restante do campo ou identificador de host. O campo restante é um identificador para uma interface de hospedeiro ou rede específicos. O prefixo de roteamento pode ser expressado em notação de Classless Inter-Domain Routing (CIDR) escrito como o primeiro endereço de uma rede, seguido por um caractere barra (/), e finalizando com o comprimento de bit do prefixo. Por exemplo, 192.168.1.0/24 é o prefixo da rede IPv4 começando no endereço fornecido, possuindo 24 bits aplicados para o prefixo de rede e os restantes 8 bits reservados para endereçamento de hospedeiro. A especificação de endereço IPv6 2001:db8::/32 é um bloco de endereço amplo com 296 endereços, possuindo um prefixo de roteamento de 32 bits. Para IPv4, uma rede pode ser caracterizada por sua máscara de subrede ou máscara de rede, que é a máscara de bit que quando aplicada por uma operação de lógica AND para qualquer endereço IP na rede, produz o prefixo de roteamento. Máscaras de sub-rede também são expressadas na notação ponto-decimal como um endereço. Por exemplo, 255.255.255.0 é a máscara de sub-rede para o prefixo 192.168.1.0/24. Para criar sub-redes, qualquer máquina tem que ter uma máscara de sub-rede que define qual parte do seu endereço IP será usada como identificador da sub-rede e qual será usada como identificador dos hosts. Sub-redes são parte do protocolo IP que atua na camada de rede.🔗Sub-rede

Name server

A name server refers to the server component of the Domain Name System (DNS), one of the two principal namespaces of the Internet. The most important function of DNS servers is the translation (resolution) of human-memorable domain names (example.com) and hostnames into the corresponding numeric Internet Protocol (IP) addresses (93.184.216.34), the second principal name space of the Internet which is used to identify and locate computer systems and resources on the Internet. Although it is typically used in reference to DNS, the term name server may also be used for any computer application that implements a network service for providing responses to queries against a directory service which translates an often humanly meaningful, text-based identifier to a system-internal, often numeric identification or addressing component. This service is performed by the server in response to a service protocol request. Domain Name Server The Internet maintains two principal namespaces: the domain name hierarchy and the IP address system. The Domain Name System maintains the domain namespace and provides translation services...🔗Name server

Traceroute

traceroute é uma ferramenta de diagnóstico que rastreia a rota de um pacote através de uma rede de computadores que utiliza os protocolos IP e o ICMP, implementada pela primeira vez por Van Jacobson em 1988. Atualmente está disponível em diversos sistemas operacionais como Linux, FreeBSD, NetBSD, MacOS X e Windows. Seu funcionamento está baseado no uso do campo Time to Live (TTL) do pacote IPv4 destinado a limitar o tempo de vida dele. Este valor é decrementado a cada vez que o pacote é encaminhado por um roteador. Ao atingir o valor zero o pacote é descartado e o originador é alertado por uma mensagem ICMP TIME_EXCEEDED. Através da manipulação do campo TTL de uma série de datagramas UDP é possível receber esta mensagem de cada um dos roteadores no caminho do pacote. Para o caso do IPv6 é utilizado o campo hop limit, o limite de saltos dos datagramas desta versão do protocolo. A implementação disponível no Microsoft Windows utiliza apenas pacotes ICMP. As páginas de manual atribuem a autoria da ferramenta a Van Jacobson que fez a implementação segundo a sugestão de Steve Deering. Também destacam as colaborações de C. Philip Wood, Tim Seaver e Ken Adelman. Segundo Mike Muuss, autor da ferramenta ping, o traceroute foi implementado utilizando o suporte que ele mesmo codificou no kernel ao escrever o ping. Referências🔗Traceroute

Nmap

Nmap é um software livre que realiza port scan desenvolvido pelo Gordon Lyon, autoproclamado hacker "Fyodor". É muito utilizado para avaliar a segurança dos computadores, e para descobrir serviços ou servidores em uma rede de computadores. Nmap é conhecido pela sua rapidez e pelas opções que dispõe. O Nmap é um programa CUI (Console User Interface), pelo que corre na linha de comandos, mas este tem uma interface gráfica (GUI), o NmapFE (Nmap Front End), que foi substituido pelo Zenmap em 11 de Outubro de 2007, por ser uma versão portátil e prover uma interface melhor para execução e especialmente para visualização e análise dos resultados do Nmap.🔗Nmap

Porta (redes de computadores)

Em redes de computadores, uma porta é um software de aplicação específica ou processo específico servindo de ponto final de comunicações em um sistema operacional hospedeiro de um computador. Uma porta tem associação com o endereço de IP do hospedeiro, assim como o tipo de protocolo usado para comunicação. O propósito das portas é para singularmente identificar aplicações e processos de um único computador e assim possibilitá-los a compartilhar uma única conexão física com uma rede de comutação de pacotes, como a internet. Os protocolos que usam principalmente portas são os protocolos da camada de transporte, tais como o Protocolo de controle de transmissão (TCP) e User Datagram Protocol (UDP) do conjunto de protocolos da internet. A porta é identificada por um protocolo, com um número de 16 bits, vulgarmente conhecido como port number(número de porta). O port number é adicionado a um endereço de IP do computador, completando o endereço de destino para uma sessão de comunicação. Isto é, os pacotes de dados são encaminhados através da rede para um endereço de IP de destino especifico, e em seguida, ao atingir o computador de destino, são encaminhados para o processo especifico ligado ao número de porta de destino. Note que é a combinação de endereço de IP e um número de porta, devem ser únicos, então, IP’s e protocolos podem usar o mesmo número de porta para se comunicar. Isto é, em um dado host ou interface, o UDP e TCP precisam ter o mesmo numero de porta, ou em um host com duas interfaces ambos podem estar associados a uma porta com o mesmo número. Dos milhares de portas numeradas, cerca de 250 das portas conhecidas são reservadas por convenção para identificar os tipos de serviços específicos em um host. No modelo cliente-servidor de arquitetura de aplicação, as portas são usadas para fornecer um serviço de multiplexação em cada número da porta do lado do servidor que os clientes da rede conectam para início do serviço, após o qual a comunicação pode ser restabelecida em outros números específicos de conexão de porta.🔗Porta (redes de computadores)

Protocolo de Internet

Protocolo de Internet (em inglês: Internet Protocol, ou o acrónimo IP) é um protocolo de comunicação usado entre todas as máquinas em rede para encaminhamento dos dados. Tanto no Modelo TCP/IP, quanto no Modelo OSI, o importante protocolo da internet IP está na camada intitulada camada de rede. 🔗Protocolo de Internet

IPsec

Protocolo de Segurança IP (IP Security Protocol, mais conhecido pela sua sigla, IPsec) é uma extensão do protocolo IP que visa a ser o método padrão para o fornecimento de privacidade do usuário (aumentando a confiabilidade das informações fornecidas pelo usuário para uma localidade da internet, como bancos), integridade dos dados (garantindo que o conteúdo que chegou ao seu destino seja o mesmo da origem) e autenticidade das informações ou prevenção de identity spoofing (garantia de que uma pessoa é quem diz ser), quando se transferem informações através de redes IP pela internet. Segundo a RFC 6071, IPsec é uma suíte de protocolos que provê segurança no nível da camada IP para comunicações pela Internet. Opera na camada de rede (ou camada 3) do modelo OSI, sendo essa a camada de mesmo nome no modelo TCP/IP. Outros protocolos de segurança da internet como SSL e TLS operam desde a camada de transporte (camada 4) até a camada de aplicação (camada 7). Isso torna o IPsec mais flexível, como pode ser usado protegendo os protocolos TCP e UDP, mas aumentando sua complexidade e despesas gerais de processamento porque não se pode confiar em TCP (camada 4 do modelo OSI) para controlar a confiabilidade e a fragmentação. O IPsec é parte obrigatória do IPv6, e opcional para o uso com IPv4. O padrão foi projetado para ser indiferente às versões do IP, à distribuição atual difundida e às implementações do IPv4.🔗IPsec

Internet Control Message Protocol

ICMP, sigla para o inglês Internet Control Message Protocol (em português, Protocolo de Mensagens de Controle da Internet), é um protocolo integrante do Protocolo IP, definido pelo RFC 792, é utilizado para comunicar informações da camada de rede, sendo o uso mais comum para fornecer relatórios de erros à fonte original. Qualquer computador que utilize IP precisa aceitar as mensagens ICMP e alterar o seu comportamento de acordo com o erro relatado. Os gateways devem estar programados para enviar mensagens ICMP quando receberem datagramas que provoquem algum erro. As mensagens ICMP geralmente são enviadas automaticamente em uma das seguintes situações: Um pacote IP não consegue chegar ao seu destino (i.e. Tempo de vida do pacote expirado) O Gateway não consegue retransmitir os pacotes na frequência adequada (i.e. Gateway congestionado) O Roteador ou Encaminhador indica uma rota melhor para a máquina a enviar pacotes.Ferramentas comumente usadas em Windows baseadas nesse protocolo são: Ping e Traceroute.🔗Internet Control Message Protocol

Internet Control Message Protocol version 6
Transmission Control Protocol

Protocolo de Controle de Transmissão (do inglês: Transmission Control Protocol, abreviado TCP) é um dos protocolos de comunicação, da camada de transporte da rede de computadores do Modelo OSI, que dão suporte a rede global Internet, verificando se os dados são enviados na sequência correta e sem erros via rede. É complementado pelo protocolo da Internet, normalmente chamado de, TCP/IP. Neste protocolo da camada de transporte (camada 4 OSI) se assentam a maioria das aplicações cibernéticas, como o SSH, FTP, HTTP — portanto, a World Wide Web, devido sua versatilidade e robustez. O Protocolo de controle de transmissão provê confiabilidade, entrega na sequência correta e verificação de erros dos pacotes de dados, entre os diferentes nós da rede, para a camada de aplicação. Aplicações que não requerem um serviço de confiabilidade de entrega de pacotes podem se utilizar de protocolos mais simples como o User Datagram Protocol (UDP), que provê um serviço que enfatiza a redução de latência da conexão.🔗Transmission Control Protocol

User Datagram Protocol

O User Datagram Protocol (UDP) é um protocolo simples da camada de transporte. Ele é descrito na RFC 768 e permite que a aplicação envie um datagrama encapsulado num pacote IPv4 ou IPv6 a um destino, porém sem qualquer tipo de garantia que o pacote chegue corretamente (ou de qualquer modo).O protocolo UDP não é confiável. Caso garantias sejam necessárias, é preciso implementar uma série de estruturas de controle, tais como timeouts, retransmissões, acknowledgements, controle de fluxo, etc. Cada datagrama UDP tem um tamanho e pode ser considerado como um registro indivisível, diferentemente do TCP, que é um protocolo orientado a fluxos de bytes sem início e sem fim.Também dizemos que o UDP é um serviço sem conexão, pois não há necessidade de manter um relacionamento longo entre cliente e o servidor. Assim, um cliente UDP pode criar um socket, enviar um datagrama para um servidor e imediatamente enviar outro datagrama com o mesmo socket para um servidor diferente. Da mesma forma, um servidor poderia ler datagramas vindos de diversos clientes, usando um único socket. O UDP também fornece os serviços de broadcast e multicast, permitindo que um único cliente envie pacotes para vários outros na rede. Em comparação ao TCP, é possível entendê-lo como um envio de cartas pelo correio, onde o usuário escreve a carta, envelopa como o endereço de origem e destino, envia, mas não consegue ter a confirmação imediata se aquilo chegou ou não ao destino, ele só tem certeza do envio. Já o TCP pode ser tido como um telefone, onde é possível saber de imediato se o destinatário está ou não recebendo as informações.🔗User Datagram Protocol

Dynamic Host Configuration Protocol

O DHCP, Dynamic Host Configuration Protocol (protocolo de configuração dinâmica de host), é um protocolo de serviço TCP/IP que oferece configuração dinâmica de terminais, com concessão de endereços IP de host, máscara de sub-rede, default gateway (gateway padrão), número IP de um ou mais servidores DNS, sufixos de pesquisa do DNS e número IP de um ou mais servidores WINS. Este protocolo é o sucessor do BOOTP que, embora mais simples, tornou-se limitado para as exigências atuais. O DHCP surgiu como um padrão em outubro de 1993. O RFC 2131 (1997) contém as especificações mais atuais. O último standard para a especificação do DHCP sobre IPv6 (DHCPv6) foi publicado como RFC 3315 (2003).🔗Dynamic Host Configuration Protocol

Sistema de Nomes de Domínio

O Sistema de Nomes de Domínio, mais conhecido pela nomenclatura em Inglês Domain Name System (DNS), é um sistema hierárquico e distribuído de gestão de nomes para computadores, serviços ou qualquer máquina conectada à Internet ou a uma rede privada. Faz a associação entre várias informações atribuídas a nomes de domínios e cada entidade participante. A sua utilização mais convencional associa nomes de domínios mais facilmente memorizáveis a endereços IP numéricos, necessários à localização e identificação de serviços e dispositivos, processo esse denominado por: resolução de nome. O desempenho não se degrada substancialmente quando se adicionam mais servidores. Por padrão, o DNS usa o protocolo User Datagram Protocol (UDP) na porta 53 para servir as solicitações e as requisições.O DNS apresenta uma arquitetura cliente/servidor, podendo envolver vários servidores DNS na resposta a uma consulta. O servidor DNS resolve nomes para os endereços IP e de endereços IP para os nomes respectivos, permitindo a localização de hosts num determinado domínio. Num sistema livre, o serviço é normalmente implementado pelo software BIND. Este serviço geralmente encontra-se localizado no servidor DNS primário. O servidor DNS secundário é uma espécie de cópia de segurança do servidor DNS primário. Assim, é uma parte necessária para quem quer usar a internet de uma forma mais fácil, evita que hackers roubem dados pessoais.Existem centenas de servidores-raiz DNS (root servers) no mundo todo, agrupados em 13 zonas DNS raiz, das quais sem elas a Internet não funcionaria. Destes, dez estão localizados nos Estados Unidos da América, dois na Europa e um na Ásia. Para aumentar a base instalada destes servidores foram criadas réplicas localizadas por todo o mundo, inclusive no Brasil desde 2003.🔗Sistema de Nomes de Domínio

File Transfer Protocol

Protocolo de Transferência de Arquivos (do inglês: File Transfer Protocol, abreviado FTP) é um protocolo padrão/genérico independente de hardware sobre um modo de transferir arquivos/ficheiros e também é um programa de transferência. (Servidor FTP, neste caso, tradicionalmente aparece em letras minúsculas, por influência do programa de transferência de arquivos do Unix). A transferência de dados em redes de computadores envolve normalmente transferência de arquivos e acesso a sistemas de arquivos remotos (com a mesma interface usada nos arquivos locais). O FTP é baseado no TCP, mas é anterior à pilha de protocolos TCP/IP, sendo posteriormente adaptado a este. É o padrão da pilha para transferir arquivos. 🔗File Transfer Protocol

Hypertext Transfer Protocol

O Hypertext Transfer Protocol, sigla HTTP (em português Protocolo de Transferência de Hipertexto) é um protocolo de comunicação (na camada de aplicação segundo o Modelo OSI) utilizado para sistemas de informação de hipermídia, distribuídos e colaborativos. Ele é a base para a comunicação de dados da World Wide Web. Hipertexto é o texto estruturado que utiliza ligações lógicas (hiperlinks) entre nós contendo texto. O HTTP é o protocolo para a troca ou transferência de hipertexto. Coordenado pela World Wide Web Consortium e a Internet Engineering Task Force, culminou na publicação de uma série de Requests for Comments; mais notavelmente o RFC 2616, de junho de 1999, que definiu o HTTP/1.1. Em Junho de 2014 foram publicados 6 RFC's para maior clareza do protocolo HTTP/1.1. Em Março de 2015, foi divulgado o lançamento do HTTP/2. A atualização deixará o navegador com um tempo de resposta melhor e mais seguro. Ele também melhorará a navegação em smartphones. Os trabalhos no HTTP/3 já começaram e suas versões beta estão em teste por grandes empresas.Para acedermos a outro documento a partir de uma palavra presente no documento actual podemos utilizar hiperligações (ou âncoras). Estes documentos se encontram no sítio com um endereço de página da Internet – e para acessá-los deve-se digitar o respectivo endereço, denominado URI (Universal Resource Identifier ou Identificador Universal de Recurso), que não deve ser confundido com URL (Universal Resource Locator ou Localizador Universal de Recurso), um tipo de URI que pode ser directamente localizado. 🔗Hypertext Transfer Protocol

Internet Message Access Protocol

IMAP (Internet Message Access Protocol. Traduzido do inglês, significa "Protocolo de acesso a mensagem da internet") é um protocolo de gerenciamento de correio eletrônico. Utiliza, por padrão, as portas TCP 143 ou 993 (conexão criptografada via SSL). O mais interessante é que as mensagens ficam armazenadas no servidor e o utnantes. Por outro lado, apresenta algumas limitações: O número de mensagens possível de se ar rfc:2045 2045 em mensagens eletrônicas, de modo que os clientes de e-mail não o necessitem fazer. O servidor IMAP cumpre a tarefa de interpretar estes padrões, tornando os clientes mais fáceis de implementar e o acesso mais "universal", bem como pesquisa de texto em mensagens de forma remota. Este modo de trabalho é feito localmente às caixas-postais e a seleção para recebimento dos atributos de uma mensagem, ou seu texto ou anexos e outras partes ("attachments") podem ser feitos de forma independente. Então, o usuário pode pedir para receber de uma mensagem com um grande "attachment", apenas a parte do texto que lhe interessa, o que é vantajoso no caso de um acesso discado de baixa qualidade e a redução do tráfego em geral.🔗Internet Message Access Protocol

Post Office Protocol

Protocolo dos Correios (do inglês: Post Office Protocol, abreviado POP ou POP3) é um protocolo utilizado no acesso remoto a um servidor de correio eletrônico, definido no RFC 1939, que permite que todas as mensagens contidas em uma caixa de correio eletrônico possam ser transferidas sequencialmente para um software cliente de e-mail em outro dispositivo (um computador local ou smartphone). Dessa maneira, o utilizador pode ler as mensagens recebidas, apagá-las, responder-lhes, armazená-las, etc.. Este protocolo utiliza as portas TCP 110 (porta padrão) ou TCP 995 (conexão criptografada via SSL). A porta TCP 109 foi utilizada na versão anterior do protocolo (POP2).O funcionamento do protocolo POP3 diz-se off-line, uma vez que o processo suportado se baseia nas seguintes etapas: É estabelecida uma ligação TCP entre a aplicação cliente de e-mail (User Agent - UA) e o servidor onde está a caixa de correio (Message Transfer Agent - MTA); O utilizador autentica-se; Todas as mensagens existentes na caixa de correio são transferidas sequencialmente para o computador local; As mensagens são apagadas da caixa de correio (opcionalmente, o protocolo pode ser configurado para que as mensagens não sejam apagadas da caixa de correio; se esta opção não for utilizada, deve-se utilizar sempre o mesmo computador para ler o correio eletrônico, para poder manter um arquivo das mensagens); A ligação com o servidor é terminada; O utilizador pode agora ler e processar as suas mensagens (off-line).A característica off-line do protocolo POP3 é particularmente útil para utilizadores que se ligam à Internet através de redes públicas comutadas, em que o custo da ligação é proporcional ao tempo de ligação (exemplo: a rede telefônica convencional ou a rede RDIS). Com o POP3, a ligação apenas precisa de estar ativa durante a transferência das mensagens, e a leitura e processamento das mensagens pode depois ser efetuada com a ligação inativa. Referências🔗Post Office Protocol

Secure Shell
Telnet

Telnet é um protocolo de rede na Internet ou redes locais para proporcionar uma facilidade de comunicação baseada em texto interativo bidirecional usando uma conexão de terminal virtual. Os dados do usuário são intercalados em banda com informações de controle Telnet em um byte de conexão 8-bit de dados orientado sobre o Transmission Control Protocol (TCP). O Telnet foi desenvolvido em 1969 com a chegada do RFC 15, prorrogado no RFC 854, e padronizado como Internet Engineering Task Force (IETF) Internet STD Padrão 8, um dos primeiros padrões da Internet.🔗Telnet

American Registry for Internet Numbers

O Registro Americano para Números da Internet (ARIN) é o Regional Internet Registry (RIR) para o Canadá, muitas ilhas do Caribe e do Atlântico Norte e os Estados Unidos. O ARIN controla a distribuição dos recursos da Internet, incluindo IPv4 e IPv6 e os sistemas autônomos. Iniciou suas atividades em 22 de dezembro de 1997 após sua criação, em 18 de abril de 1997,. O ARIN é uma corporação sem fins lucrativos sediada no condado de Fairfax, Virgínia. É um dos cinco RIRs do mundo. Assim como aos demais, cabe ao ARIN: Oferecer serviços relacionados à coordenação técnica e de gestão dos recursos da Internet Desenvolvimento de políticas de seus membros e as partes interessadas Participação na comunidade internacional da Internet É uma organização sem fins lucrativos, baseada na comunidade É regido por um conselho executivo eleito pelos seus membros. Referências🔗American Registry for Internet Numbers

Réseaux IP Européens Network Coordination Centre
Asia-Pacific Network Information Centre
Latin America and Caribbean Network Information Centre
AFRINIC

AFRINIC (African Network Information Centre) is the regional Internet registry (RIR) for Africa. Its headquarters are in Ebene, Mauritius. Before AFRINIC was formed, IP addresses (IPv6 and IPv4) for Africa were distributed by the Asia-Pacific Network Information Centre (APNIC), the American Registry for Internet Numbers (ARIN), and the RIPE NCC. ICANN provisionally recognised AFRINIC on 11 October 2004. The registry became operational on 22 February 2005. ICANN gave it final recognition in April 2005. Organisational Structure Board of Directors The AFRINIC Board consists of a nine-member Board of Directors. Six of the directors are elected to represent the different sub-regions, while two directors are elected to serve on the Board-based solely on competency as opposed to regional representation. The last seat on the Board is filled by the Chief Executive Officer. Elections are held at each AFRNIC Annual General Meeting (AGMM), which is conducted around May/June every year. Voting takes place both on site at these meetings and prior to the meeting via...🔗AFRINIC

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